
"A criança, quando criança, caminhava de braços caídos, queria que o ribeiro fosse um rio, o rio uma torrente, e este charco o mar.
A criança, quando criança, não sabia que era criança, tudo para ela tinha uma alma e todas as almas eram uma só.
A criança, quando criança, não tinha opinião sobre nada, não tinha hábitos, sentava-se de pernas cruzadas, de repente desatava a correr, tinha um remoinho no cabelo e não fazia careta quando fotografada."


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